Era uma vez um menino que
acreditava no sol
Não se rendia pois estava à
procura de um som
Escutado tempos antes da
guerra
Tão bonito de nervoso
Atordoando a todos
Desfazendo templos
Construindo campos
Sob um dia de verão
Ele estava meio perdido
Pois não entendia a
complexidade da fúria
Nem o pulsar da luta
Ele só entendia aquilo
Tinha Conduzido nos ombros
o valor
E a fé
Nessa busca ele decidiu
Cantar
E o canto foi alto
os seres das florestas, da
cidade e mar
Reuniram-se
Pensando pela primeira vez
nos filhos
acreditava no sol
Não se rendia pois estava à
procura de um som
Escutado tempos antes da
guerra
Tão bonito de nervoso
Atordoando a todos
Desfazendo templos
Construindo campos
Sob um dia de verão
Ele estava meio perdido
Pois não entendia a
complexidade da fúria
Nem o pulsar da luta
Ele só entendia aquilo
Tinha Conduzido nos ombros
o valor
E a fé
Nessa busca ele decidiu
Cantar
E o canto foi alto
os seres das florestas, da
cidade e mar
Reuniram-se
Pensando pela primeira vez
nos filhos

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